26 de ago. de 2012

Oriente-se: Hayao Miyazaki. (18 agosto 2011)


Hayao Miyazaki saber ser um cara que mesmo com tanta tecnologia tem um bom gosto pra criar animações que está anos luz das animações "comercialistas" da Disney. A temática dele é quase sempre a mesma: romance e conscientização ambiental.

Soube de sua existência a partir de A Viagem de Chihiro (2001) e depois com O Castelo Animado (2004) fiquei fã mesmo. Em junho de 2010 com Ponyo, ai é que fiquei curioso com a história dele. Ele não sua animação computadorizada o estilo dele é das antigas e em nada peca com isso muito pelo contrário ele esbanja tantos valores nas suas histórias que nem faz falta. Quando assisti A Princesa Mononoke (1997) é que tirei o chapéu pra ele. Um filme muito diferente, quase que original, a sensibilidade com que ele trata o tema principal e os demais temas sociais são tão leves e sem pretensões que deixa o sensacionalismo das grandes produtoras de animações do ocidente no chinelo. A maioria das pessoas que comentam ter assistido aos filmes dele afirmam que não gostaram ou que simplesmente “foi bom”. Até compreendo, as histórias do Miyazaki não precisam ser entendidas, ele colocou um Osteostráceo nas águas depois de uma enchente e pronto, não faz diferença, você nota que ele está ali, mas não tem importância, pode até ser uma crítica, mas sem apelo.

Consegui na internet seu novo longa lançado no Japão ano passado, Karigurashi no Arrietty baseado no livro Os Pequeninos da escritora inglesa Mary Norton e não foge dos anteriores. E sabe o que é melhor, mesmo parecidos os filmes são extremamente diferentes um do outro. E depois que descobrir o caso “Kimba o Leão Branco” me fez valorizar ainda mais a simplicidade das animações orientais. E vale a pena esquecer o mundinho sensacionalista que a Disney criou e abrir os olhos para a realidade mesmo com um plano de fundo de fantasia.

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