O que quero descrever
é a falta de educação de alguns fumantes no seu momento de lazer, infelizmente não queria generalizar, mas foi
necessário. Não presenciei nenhum caso, embora eu saiba que exista, de fumantes
que jogam os malditos tocos de cigarros no lixo. Não sei se sinto ira ou pena.
Na primeira oportunidade eu faço questão de olhar para o toco de cigarro no
chão e lentamente levanto a cabeça na direção do meliante e lógico deixar que ele
perceba, em uma tentativa vã de tentar constrangê-lo e o que ele faz? Nada.
Vira as costas e vai embora. Já ouvi até comentários “vamos dar emprego aos
garis!”. Hô anta.
E isso vale para papeis de
balinha (chamamos assim embora sejam de plástico) e as gomas de mascar, vulgo
chicletes. Essa última então, só Deus. Qualquer dia desses, ainda vou criar um
tutorial de como mascar o maldito chiclete, sim porque todos temos o direito de
comprar gastrite e caries por dez centavos mas não somos obrigados a ver a
maldita goma dançando dentro da boca do infeliz. Que nojo eu hem! E quando
termina jogam no chão, que gruda na sola de alguém ou no papo de um pobre e
finado pombo. A lixeira está em frente da criatura, mas ela não é vista tadinha,
deve se sentir tão inútil.
Enfim... O que quero descrever é
a falta de educação de algumas pessoas em ignorar as lixeiras, depois reclamam
das enxurradas e enchentes decorrentes do lixo nas ruas que são arrastados para
as bocas de lobo, novamente os animais levam bomba. Mas é só um papel de bala? Um
toco de cigarro? Sim, se só tivéssemos apenas um usuário em toda a cidade, agora
imagina centenas de pessoas jogando um papel de balas cada. A enchente vai ser
de papel de balinhas.
Então meu povo, vamos olhar para aquelas
benditas lixeiras coloridas espalhadas nas ruas. Elas não estão lá apenas de
ornamentação, mas do jeito que vai não vai demorar em mudarem de função. Chiclete
é na marrom, toco pode ser na azul e papel de bala na vermelha, caso sejas
daltônico coloca no bolso e joga no lixo de casa, se é que tens um artefato
desses na sua, pois seus atos afirmam que não.
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